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Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF)
a técnica que une biologia e beleza natural

O que é a Lipoenxertia Enriquecida (ELF)

A Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF) é uma evolução da lipoenxertia tradicional.
Ela utiliza a própria gordura do paciente, cuidadosamente processada e enriquecida, para restaurar volume, qualidade e vitalidade dos tecidos — com resultados naturais, duradouros e biologicamente integrados.

Em vez de ser apenas um “preenchedor”, o enxerto passa a agir como um tecido vivo: conversa com a pele, estimula a regeneração e devolve o aspecto saudável e luminoso de forma progressiva.

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Um breve olhar na história

Ao longo das últimas décadas, a busca por resultados seguros e naturais levou a várias tentativas: colágeno bovino, silicone líquido, PMMA, hidroxiapatita — cada um trazendo benefícios e riscos.

O ácido hialurônico trouxe praticidade e reversibilidade, mas ainda apresentava limitações de durabilidade, custo e naturalidade.

A gordura autóloga, no entanto, já vinha sendo estudada desde o final do século XIX.
Foi Sidney Coleman, em 1990, quem transformou a técnica, padronizando coleta, centrifugação e reinjeção de forma segura e minimamente traumática.
Em 2015, o próprio Coleman demonstrou que o tecido adiposo, quando tratado corretamente, pode se integrar e permanecer estável por anos.

Com o avanço da biologia celular, essa técnica evoluiu novamente — dando origem à Lipoenxertia Enriquecida (ELF): um conceito moderno que une ciência regenerativa e cirurgia plástica.

Por que escolher a gordura do próprio corpo?

A ELF parte de um princípio simples: nada é mais natural para o corpo do que o próprio tecido.
A gordura não é um “enchimento”, é um tecido vivo — com células, matriz e fatores biológicos que se comunicam com o ambiente onde são aplicados.
Por isso, o resultado final não é um “volume a mais”, mas uma integração completa com o rosto e o corpo, respeitando a expressão e a harmonia individuais.

Benefícios da técnica ELF

Naturalidade

O resultado é harmônico e integrado, sem a aparência artificial que pode ocorrer com alguns preenchedores sintéticos.
A gordura injeta vida, não apenas volume.

Durabilidade

Quando processada corretamente, parte significativa da gordura enxertada se integra ao tecido, proporcionando resultados que podem durar anos, sem necessidade de reaplicações frequentes.

Segurança

Por ser autóloga (do próprio corpo), não há risco de rejeição, alergia ou granulomas.
Estudos comparativos (Aronowitz, Ann Plast Surg, 2015) mostram que a gordura apresenta um perfil de segurança superior ao ácido hialurônico, inclusive quanto a complicações vasculares.

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Regeneração Tecidual

Nenhum outro material tem a capacidade regenerativa da gordura viva.
Pesquisas de Gentile (2014, J Craniofac Surg) e Charles-de-Sá (2021, Aesthet Surg J) demonstram que enxertos enriquecidos melhoram a textura, elasticidade e brilho da pele.
Estudos mais recentes (Ni et al., 2025, Sci Rep) mostram que até frações celulares da gordura — sem adipócitos — são capazes de melhorar cicatrizes e reorganizar a pele.
Na prática, isso significa rejuvenescimento de dentro para fora.

Indicações mais comuns

A Lipoenxertia Enriquecida (ELF) é especialmente indicada para áreas de alta precisão e impacto estético como em:

Face

Restauração tridimensional, contorno e rejuvenescimento global.

Mãos

Melhora da textura e da densidade dérmica.

Região íntima feminina

Revitalização, melhora da hidratação e da sensibilidade.

Colo

Regeneração dérmica superficial e melhora da firmeza.

Procedimentos Incorretos (O que evitar)

Nem toda lipoenxertia é igual.
Os resultados imprevisíveis que marcaram o passado da técnica ocorreram por falta de protocolos adequados.
Os principais erros incluem:

  • Deixar a gordura coletada exposta por muito tempo antes da reinjeção;
  • Não processar corretamente o material, reinjetando impurezas como sangue e óleo.

Essas falhas comprometem a viabilidade celular e reduzem a taxa de integração do enxerto.

O método Correto

Na Lipoenxertia Enriquecida (ELF), cada etapa é controlada:

  1. Coleta suave e precisa da gordura, preservando as células vivas;
  2. Centrifugação controlada — que separa e concentra as frações mais puras e ricas em células regenerativas;
  3. Reinjeção delicada e tridimensional, garantindo distribuição uniforme e integração tecidual.

Essa padronização é o que diferencia a ELF das técnicas convencionais e permite resultados consistentes, naturais e seguros.

A Filosofia por trás da Técnica

A ELF não é apenas uma técnica — é uma nova forma de pensar a estética regenerativa.
Ela se baseia na ideia de que preservar é regenerar.
Cada enxerto é um ato biológico: devolver vitalidade ao tecido, restaurar o equilíbrio natural e estimular o próprio corpo a se renovar.

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Uma Técnica viva, guiada pela Ciência

A Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF) é o resultado de mais de uma década de estudos sobre o comportamento da gordura e sua interação com o organismo.
O trabalho pioneiro de autores como Coleman, Rigotti, Gentile, Charles-de-Sá e Aronowitz ajudou a transformar um antigo conceito em um dos pilares da medicina estética moderna.

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Conclusão

A Lipoenxertia Enriquecida (ELF) é a união entre biologia e estética, entre a arte médica e a ciência regenerativa.
Mais do que preencher, ela regenera.
Mais do que corrigir, ela restaura o equilíbrio natural do corpo.

“A gordura não é imprevisível — é regeneração em forma de vida.”
Dr. Alexei Gama

Conteúdo desenvolvido pelo Dr. Alexei Gama — Cirurgião Plástico e criador da
Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF).

Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF)
a biologia do enxerto vivo a serviço da estética regenerativa

Um novo paradigma na cirurgia plástica regenerativa

A Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF) nasceu de uma pergunta simples e poderosa:
e se a gordura, além de preencher, pudesse regenerar?

Desenvolvida pelo cirurgião plástico Dr. Alexei Gama, a técnica representa uma transição histórica na cirurgia plástica regenerativa.
O enxerto de gordura, antes compreendido apenas como um material de preenchimento, passa a ser reconhecido como um tecido biologicamente ativo, capaz de revitalizar a pele e restaurar a harmonia estrutural do corpo humano.

A ELF combina precisão cirúrgica, biologia celular e filosofia clínica.
O seu princípio fundamental — “preservar é regenerar” — traduz uma nova compreensão do tecido adiposo: um tecido vivo, que contém sua própria capacidade de reparo e regeneração.

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O que diferencia a Lipoenxertia Enriquecida (ELF)

O diferencial da técnica está em tratar a gordura não como um subproduto cirúrgico, mas como um órgão funcional completo.
Durante o processamento, a gordura é mantida íntegra, sem exposição a agentes enzimáticos ou forças destrutivas.
A fração intermediária rósea — naturalmente rica em tSVF (Total Stromal Vascular Fraction) — é cuidadosamente preservada e reintegrada ao tecido adiposo viável.

Essa fração contém uma densidade excepcional de ADRCs (Adipose-Derived Regenerative Cells), células endoteliais, pericitos e mediadores bioativos responsáveis por regenerar o tecido receptor.
Estudos recentes, como os de Gentile et al. (2023, Aesthetic Plast Surg) e Debuc et al. (2023, Stem Cell Rev Rep), confirmam que o processamento mecânico controlado aumenta a vitalidade celular e a retenção volumétrica em relação aos métodos enzimáticos.

A ELF baseia-se nesse fundamento biológico: quanto mais preservamos, mais regeneramos.

A Biologia do tecido vivo

O tecido adiposo é hoje reconhecido como um dos reservatórios mais ricos de células regenerativas do corpo humano.
Desde as descrições pioneiras de Zuk e Bunnell sobre a fração estromal vascular, tornou-se evidente que a gordura é um tecido complexo — composto por matriz extracelular, precursores mesenquimais, fatores de crescimento e células-tronco capazes de modular inflamação e angiogênese.

Pesquisas como as de Rigotti (2010, Plast Reconstr Surg) e Pu (2020, Clin Plast Surg) demonstraram que, após o enxerto, essas células sobrevivem, interagem com o tecido receptor e restauram seu equilíbrio biológico.
Mais recentemente, Trotzier et al. (2023, Plast Reconstr Surg) confirmaram que a densidade celular e a qualidade da fração estromal determinam a integração e a retenção do enxerto.

A Lipoenxertia Enriquecida (ELF) atua exatamente nesse ponto: respeita a biologia natural do tecido vivo, permitindo que ele exerça seu potencial regenerativo pleno.

Preservar e Regenerar: O princípio biológico central

Preservar é regenerar — essa é a essência científica e filosófica da técnica ELF.
Durante o preparo, o tecido adiposo passa por um processo de separação física que mantém sua arquitetura tridimensional e a integridade da comunicação célula–matriz, aspectos cruciais para a sobrevida celular e a diferenciação das ADRCs.

Como demonstrado por Cai et al. (2023, Plast Reconstr Surg), a preservação do arcabouço tecidual influencia diretamente a diferenciação celular e a angiogênese.
A ELF vai além da volumização: seu propósito é restaurar o microambiente biológico, promovendo uma regeneração real, visível e funcional.

Aplicações clínicas atuais

Atualmente, a Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF) é otimizada para volumes reduzidos — cerca de 40 ml por processamento, podendo alcançar até 80 ml por rodada.
Esse volume permite atuação precisa em áreas de alto impacto biológico e baixa demanda volumétrica, onde os efeitos regenerativos são mais expressivos:

  • Face: rejuvenescimento tridimensional, restauração da luminosidade e da qualidade cutânea.
  • Mãos: melhora da textura, densidade dérmica e naturalidade do relevo.
  • Região íntima feminina: revitalização, melhora da hidratação e da sensibilidade.
  • Colo: renovação dérmica superficial e ganho de densidade cutânea.

Ensaios clínicos multicêntricos e metanálises — como os de Wufuer (2023, Plast Reconstr Surg), Karam (2023, Ann Plast Surg), Zhao (2023, Asian J Surg) e Lv (2021, Aesthetic Plast Surg) — mostram que enxertos enriquecidos apresentam retenção volumétrica até 40% superior e integração tecidual aprimorada em comparação a enxertos convencionais.

Inovação e Futuro

O Dr. Alexei Gama lidera o desenvolvimento de uma centrífuga de nova geração, projetada para processar até 200 ml por ciclo, mantendo a pureza celular e a integridade tecidual.
Essa tecnologia ampliará o uso da ELF para áreas corporais de maior demanda volumétrica, como mamas e glúteos, sem comprometer o padrão biológico da técnica.

Até lá, uma versão híbrida adaptativa já é aplicada: parte da gordura processada pela ELF é usada para enriquecer gordura estrutural decantada, resultando em enxertos mais biológicos e estáveis, mesmo em volumes maiores.

Essa abordagem híbrida representa uma transição segura entre a biotecnologia regenerativa e a cirurgia estética de alta previsibilidade.

Segurança

Por ser autóloga, a gordura utilizada na ELF é 100% biocompatível e imunologicamente neutra.
Revisões clínicas amplas — como as de Fang (2022, Ann Plast Surg), Kaur (2022, Plast Reconstr Surg) e Moellhoff (2023, Aesthetic Plast Surg) — confirmam índices de complicação extremamente baixos e risco quase nulo de embolia quando os planos anatômicos são respeitados.

Na filosofia ELF, segurança e estética caminham juntas.

Fundamentos Científicos e Legado

consolidada, formada por ensaios clínicos, revisões sistemáticas e estudos translacionais.

  • Coleman (2006, 2015) — Princípios de preservação e integração biológica.
  • Rohrich & Pessa (2007) — Compartimentalização facial e anatomia tridimensional.
  • Rigotti (2010) — Uso regenerativo da gordura em tecidos irradiados.
  • Aronowitz (2013) — Isolamento mecânico da SVF e validação translacional.
  • Gentile & Cervelli (2019) — Correlação entre estrutura tecidual e retenção.
  • Charles-de-Sá & Gontijo (2021) — Padronização de enriquecimento facial (Regen Fat Code).
  • van Dongen (2022) — Aplicações cicatriciais e estudos multicêntricos.
  • Everts (2025) — Sinergia PRP + tSVF em regeneração mecânica.
  • Uguten (2025) — Padronização mecânica e micronização tecidual.

Esses trabalhos formam o corpo de evidência que embasa a ELF como uma técnica de biotecnologia clínica aplicada à estética regenerativa.

Propósito e Visão Regenerativa

Mais do que uma técnica, a ELF é uma visão sobre o futuro da medicina estética — um modelo que une ciência, propósito e regeneração.
Na prática do Dr. Alexei Gama, cada enxerto é um ato biológico: devolver vitalidade ao tecido, restaurar a forma e reativar a capacidade natural do corpo de se renovar.

“A gordura não é imprevisível — é regeneração em forma de vida.”

Bibliografia

  • Zuk PA, Zhu M, Mizuno H et al. Multilineage cells from human adipose tissue: implications for cell-based therapies. Tissue Eng. 2001;7:211-228.
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Conteúdo científico desenvolvido por Dr. Alexei Gama — Cirurgião Plástico e criador da Lipoenxertia Enriquecida (Enriched Lipofilling – ELF).
A gordura não é imprevisível — é regeneração em forma de vida.

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